terça-feira, 15 de dezembro de 2009

o piaui é o Estado do Brasil com maior aumento de vendas do comércio varejista.

Pelo quarto mês consecutivo, o Piauí é o Estado do Brasil com maior aumento de vendas do comércio varejista. O aumento das vendas co comércio do Piauí é quase o dobro do registrado em novembro no país.

Vinte e seis Unidades da Federação tiveram desempenhos positivos da taxa mensal do volume de vendas do varejo na comparação outubro deste ano em comparação com outubro do ano passado, sendo as taxas mais significativas observadas em: Piauí (15,9%); Ceará (13,9%); Sergipe (13,0%); Amazonas (12,1%) e Rondônia (11,9%). Quanto à participação na composição da taxa do Comércio Varejista, destacaram-se, pela ordem, São Paulo (9,6%); Rio de Janeiro (8,1%); Rio Grande do Sul (8,1%); Minas Gerais (5,8%) e Bahia (10,1%), divulgou ontem o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em sua Pesquisa Mensal do Comércio. Em relação ao varejo ampliado, as maiores taxas de desempenho no volume de vendas ocorreram Sergipe (21,8%); Piauí (20,3%); Espírito Santo (15,5%); Ceará (14,5%); Paraná (12,9%); Goiás (12,8%) e Rio Grande do Norte (12,7%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de São Paulo (12,6%); Rio de Janeiro (9,8%); Minas Gerais (9,6%); Paraná (12,9%); e Rio Grande do Sul (7,7%). Ainda por Unidades da Federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam vinte e seis estados com variação positiva, na comparação mês/mês anterior, sendo os destaques: Roraima (5,0%); Paraíba (3,2%); Rio Grande do Sul (3,2%); Amazonas (2,9%) e Rio de Janeiro (2,8%). O comércio varejista do país apresentou em outubro, com relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), crescimento de 1,4% para o volume de vendas e de 1,8% para a receita nominal, completando com esses resultados um semestre de taxas positivas, como indicado nos gráficos de base fixa e das médias móveis trimestrais. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional registrou, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 8,4% sobre outubro do ano anterior, de 5,1% no acumulado dos dez primeiros meses do ano e 5,0% no acumulado dos últimos 12 meses. A receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 11,5% sobre outubro de 2008, de 9,7% no acumulado do ano e de 9,8% no acumulado dos últimos 12 meses..
Para o volume de vendas com ajuste sazonal, nove das dez atividades obtiveram variações positivas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,5%); Tecidos, vestuário e calçados (1,9%); Livros, jornais, revistas e papelaria (1,8%); Combustíveis e lubrificantes (1,6%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); Material de construção (0,8%) e Móveis e eletrodomésticos (0,4%). A variação negativa ficou com Veículos e motos, partes e peças (-15,8%). Já na relação outubro deste ano em relação a outubro de 2008 (série sem ajuste), todas as atividades do varejo obtiveram aumentos no volume de vendas, cujas taxas, por ordem de importância no resultado global, foram as seguintes: 12,2% para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 9,1% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 11,3% para Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 3,5% para Móveis e eletrodomésticos; 3,9% em Tecidos, vestuário e calçados; 6,7% para Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação; 13,3% em Livros, jornais, revistas e papelaria e 0,6% em Combustíveis e lubrificantes.

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